segunda-feira, 13 de abril de 2009

HOJE É DIA DO BEIJOOOO!!!!

ou melhor...foi ontem, mas não podia deixar de lembrar esse dia tão especial e gostoso!!! Beije muuuuitooo!!!





Há... o beijo...
O primeiro beijo...
O segundo beijo...
O último beijo...
Cada beijo...
Todos os beijos...
Beijo doce...
Beijo ardente...
Beijo de língua...
Beijo de despedida...
Beijo de reencontro...
Beijo de desejo...
Beijo de amor...
Beijo de saudade...
Beijo de cantinho de boca...hummm
Beijo na testa...
Beijo escondido...
Beijo de Mãe, Pai, irmãos, amigos...
Beijo de namorado...
Beijo de amante...
Beijo de respeito...
Beijo de esquimó...
Beijo meu...
Beijo seu...
Beija-me!!!!!!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Brasil no FMI - Chic não??



A notícia que mais surpreendeu os brasileiros esta semana foi o convite, aceito pelo Brasil, para voltar a integrar o Fundo Monetário Internacional (FMI) e fazer parte do grupo de países que financia regularmente o organismo. O governo brasileiro deve investir US$ 4,5 bilhões na instituição, para ajudar os países emergentes a sair da crise.
Fora da lista desde 1982, ano em que declarou moratória na dívida externa, o Brasil não deu nenhum prazo e não vai precisar depositar esse dinheiro agora, apenas quando o Fundo solicitar.
A cada trimestre, o FMI calcula quanto emprestará e quanto receberá dos países associados ao organismo. Se falta dinheiro para novos financiamentos, o Fundo recorre aos 47 países que são seus fornecedores de recursos. O Brasil vai participar com o equivalente a 1,7% do saldo que precisar ser coberto a cada trimestre. Cada país, integrante do fundo, colabora com uma porcentagem diferente conforme o valor das reservas nacional.
Em troca, o FMI dará ao Brasil Direitos Especiais de Saques (SDRs, na sigla em inglês). Os SDRs são a moeda do fundo e representarão uma nova aplicação para as reservas brasileiras, já que os papéis rendem juros.
Na verdade, esse limite máximo de US$ 4,5 bilhões de ajuda não deve ser atingido, isso porque, conforme explicou o Ministério da Fazenda, os montantes fornecidos pelos participantes são normalmente inferiores às suas cotas.
Segundo o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo brasileiro está honrado com o convite para entrar no grupo dos 47 países que são credores do FMI, entre os 185 membros efetivos do fundo, principalmente porque a decisão mostra que o Brasil tem solidez econômica.
Além disso, o ministro informou que o Brasil também vai participar de outro aporte que os países avançados concordaram em fazer ao FMI durante a reunião do G-20, na primeira semana de Abril.
Não satisfeito, Lula disse que quer entrar para a História como o primeiro presidente do Brasil a emprestar dinheiro ao FMI.
Entrar no grupo do FMI é muito bom, porque o Brasil está se esforçando para ter uma influência internacional mais forte e desde que os indicadores econômicos melhoraram, nos últimos anos, o país começou a ser visto de uma forma diferente. Agora o Brasil está em destaque, mesmo comparando com outros países emergentes, prova disso é o tratamento recebido por Lula de Obama - “ Esse é o cara, o presidente mais popular da terra” .
O problema de tudo isso é que o Brasil está sustentado em uma base muito fraca. A reserva internacional de US$ 200 bilhões se deve ao forte crescimento na China e na Índia, nos últimos anos e não ao grau de investimento obtido pelo Brasil.
Segundo especialistas para que o Brasil consiga essa posição de forma duradoura é necessário realizar melhorias na área de infraestrutura e fazer reformas tributárias e trabalhistas. Dessa forma, seria possível atrair mais investimentos e impulsionar um desenvolvimento sustentável no longo prazo.
O último empréstimo concedido pelo FMI ao Brasil foi em agosto de 2002, ano em que Lula venceu as eleições para a presidência deixando o mercado financeiro instável. O dólar, na época, disparou para perto dos R$ 4 levando a Bolsa de Valores a fortes turbulências.
Com certeza é "chic" o Brasil emprestar dinheiro para o FMI, mais "chic seria se nós brasileiros tivéssemos o mínimo de condição de trabalho, saúde e educação.
Claro que esse empréstimo não vai fazer do Brasil uma potência e não vai impedir que o país sofra os impactos da crise, como vem acontecendo. Com essa medida o Brasil fica mais próximo da Índia que do México ou da Argentina, isso porque a Índia anunciou uma ajuda de US$ 11 bilhões ao FMI.
Os Argentinos que se virem!!!

SEJA UM DOADOR!!!