quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Segunda parada – Marrakesh- Marrocos -19 a 24 de Agosto


Se eu tivesse que escolher apenas uma palavra para falar sobre a viagem ao Marrocos, seria: impressionante.
Marrocos é impressionante em vários sentidos. Não sabíamos exatamente o que esperar, imaginávamos um lugar bastante seco, extremamente quente, com camelos... nada muito além disso.
Quando desembarcamos do avião percebemos que Marrakesch não era tão quente como havíamos pensado. Na imigração os fiscais me questionaram quando falei que era jornalista, queriam saber o nome da empresa onde trabalhava, se era rádio, TV ou impresso, mas logo em seguida me liberaram.
Na saída nossos guias estavam nos esperando. Nosso hotel Les Jardins de La Medina ficava dentro da Medina, a cidade antiga.
No Marrocos tudo é muito especial e diferente de tudo que eu já tinha visto, acho que é exatamente isso que assusta. A cultura, as roupas, a língua, a sensação de cidade suja e o trânsito caótico dentro da Medina, causa um certo desconforto no início.
O Flavio não parava de pedir desculpas por ter me colocado nessa furada justamente na nossa lua de mel, pedi calma e falei que estava tudo bem, que a gente iria gostar.
Chegamos no hotel e toda essa imagem começou a desaparecer. O hotel era maravilhoso e os guias já marcaram um passeio para o mesmo dia, o que foi muito bom porque fomos dormir com a sensação de que a viagem iria valer a pena.

Neste mesmo dia fomos para o Majorelle Gardens, um jardim que foi restaurado por Yves Saint Laurent e Pierre Bergé, no início da década de 80. Ao lado Saint Laurent tinha uma casa e sempre que estava em Marrakesch passeava pelo jardim. O lugar é muito bonito, possui uma das maiores coleções de plantas do mundo, os cinco continentes estão representados lá, e o que chama a atenção não é somente a diversidade, mas também o colorido do todo. Dentro do jardim tem um local para um café e lanchinhos.
Em memória a Yves foi construído um monumento no local.

Logo depois do Majorelle fomos para a Praça Jemaa el Fna, o local é enorme e há dezenas de restaurantes improvisados com comida típica e muitas cabanas onde se vendia ostras, temperos, hortelã, especiarias e suco de laranja, aliás o suco de laranja marroquino é muito bom.
Outra atração do local são as apresentações. Tem de tudo, encantadores de serpente com suas diversas cobras e macacos que são jogados em cima de quem passa desatento, danças, malabares, teatro, pinturas, tatuagens típicas, jogos… e se você tirar uma foto... já era, vai ter que dar um dinheiro ( no Marrocos é o Dirham), caso contrário eles não vão parar de te seguir. Na verdade essas apresentações não são nada elaboradas ou impressionantes, pelo contrário, qualquer um que souber fazer qualquer coisa será bem vindo a se apresentar pois sempre terá turistas, como eu, achando legal toda essa demonstração cultural. Mais tarde você até para e pensa: “que coisa ridícula de se fazer.”
O suco bebi, mesmo vendo que a mão que cortava a laranja era a mesma que espremia a laranja e que pegava o dinheiro. Já a comida não tive coragem, tudo a céu aberto e com aspecto de sujo, sem contar as opções como língua, cabeça e cérebro de carneiro… definitivamente, não.
O Marrakech Souk, conglomerado de lojinhas com coisas típicas da região, fica em volta dessa praça. Não estranhe se você voltar para casa com coisas que não estava precisando comprar, os comerciantes são ótimos vendedores, e provavelmente se você tocar em um produto você vai acabar levando. Nesse lugar você encontra diversos objetos tradicionais da região, desde roupas até uma panela ou luminária e também produtos falsificados.
Na praça Jemaa el Fna é onde as pessoas se encontram à noite, principalmente no período do Ramadã, para comer quase até amanhecer. Pegamos exatamente o início do Ramadã, no qual as pessoas só podem comer depois que o sol se põem, por volta de sete e meia, até antes do amanhecer. No período do nascer do sol até ele se pôr, as pessoas não podem comer, beber, e isso inclui água; e nem olhar 3 vezes para a mesma mulher, fazer sexo então, nem pensar!

Durante o dia era possível ouvir a leitura do alcorão vindo dos alto falantes das mesquitas, na verdade são cinco vezes por dia que são realizadas as orações, e sempre que elas começam uma onda de pessoas é vista entrando nas mesquitas. Todo esse ritual é realizado no nono mês do calendário Islâmico.
É uma cultura bastante diferente na nossa, mas muito bonita. Perguntamos para o nosso guia qual era o significado do Ramadan para os muçulmanos e se tinha algum tipo de fiscalização para saber se todos esses rituais eram seguidos. Ele respondeu de uma forma muito bonita que não tinha fiscalização nenhuma, e que neste período do Ramadan você busca ser uma pessoa melhor, busca a disciplina, o respeito, livrando-se dos maus pensamentos e atitudes, dando valor ao que realmente importa na vida, a família, a caridade, a ajuda ao próximo e buscando a fé como guia para tudo isso perdurar. Para eles isso tudo só é possível se os rituais forem seguidos e o Alcorão lido. A fé e o respeito por esses rituais é emocionante.
Mas como ficar sem comer e beber por um período de um mês, onde o sol é escaldante? Explico!! Na verdade eles ficam até tarde da noite acordados, comendo e bebendo, e no dia seguinte dormem até 11 horas da manhã, desse horário até o por do sol ficam sem comer e beber. Mas e a sede? Deve ser difícil... uma das alternativas que eles encontraram é molhar a boca sem engolir a água.
O jejum é obrigatório para todos os muçulmanos que chegam a puberdade, e um momento bastante significativo já que o primeiro Ramadan seguido por um jovem
significa sua entrada na vida adulta. Grávidas, pessoas doentes, idosos, mulheres menstruadas ou que estão amamentando são liberados do jejum.
Caso o jejum seja quebrado, a pessoa terá que alimentar 60 pobres ou iniciar um novo jejum e respeitá-lo por 60 dias.

Na região do Souk, fomos levados pelo nosso guia à uma loja de tapetes Marroquinos, esses tapetes são bastante conhecidos pela sua beleza, no entanto, segundo um amigo que vende tapetes, não possuem valor comercial. Por isso, se você for ao Marrocos e a uma loja de tapetes, primeiro: lembre-se que os comerciantes são ótimos vendedores e você vai acabar comprando um tapete. Segundo: o tapete vai te custar o olho da cara, mas mesmo assim você vai achar que está fazendo um ótimo negócio.
Terceiro: depois de comprar você vai descobrir que o tapete não tem valor comercial. Quarto: se você estiver no início de sua viagem, provavelmente não vai querer ficar carregando um tapete durante toda a viagem e vai acabar aceitando a opção de entrega no Brasil. Quinto: você vai ficar puto da vida quando descobrir que vai ter que pagar 50% de imposto na alfândega. Mas sabe o que é legal? Quando você colocá-lo na sua sala vai rir lembrando dessa história, sem contar que o tapete é lindo.
Na verdade foi exatamente isso que aconteceu com a gente, mas mesmo assim não nos
arrependemos de ter comprado. Por isso, se você quiser comprar um tapete marroquino quando estiver no Marrocos, compre, pelo valor sentimental, por querer ter um peça bonita como lembrança de um lugar inesquecível. Ah ... e não se deixe levar pela história dos tapetes antigos. Esses podem não ser mais velhos, muitas vezes são colocados no teto das casas para pegar sol e ficar com esse aspecto e depois são vendidos como sendo do século passado.

A história do Marrocos conta que depois de longas viagens atravessando desertos os viajantes eram recebidos com muita fartura e festa. Para sentir tudo isso de perto nada como ir jantar no Chez Ali Fantasia de Marrakech, um lugar lindo que além de comer muito, você acompanha a apresentação de cavalos e danças típicas do Marrocos. Foi uma pena que a máquina fotográfica e a filmadora acabaram a bateria e quase não temos imagens desse lugar, um dos mais bonitos. A quantidade de comida é absurda, no total são cinco diferentes pratos com comida típica, como uma sopa meio picante, costela de carneiro, couz couz, sobremesa e no final uma travessa cheia de frutas. É impossível comer um prato todo, imagina cinco.





Depois do jantar aconteceu a apresentação. A história se passa no deserto e você é convidado a sentir a emoção dos ataques realizados com cavalos, armadilhas, das crenças, danças e mulheres que atravessavam o deserto. Claro que o camelo está lá presente na história do deserto e do Marrocos. Aliás no dia em que fomos andar de dromedário o guia nos contou um pouco das curiosidades desse animal, essencial para a sobrevivência da humanidade.

A primeira vista a diferença do camelo para o dromedário é o número de bossas ou corcovas que cada um tem, onde durante muito tempo acreditou-se que o animal reservava água. O camelo tem duas corcovas e o dromedário apenas uma e nesse local é armazenado gordura que o animal usa sempre que não pode comer ou beber. O camelo é encontrado na parte central da Ásia e o dromedário habita a região da África, como o Marrocos.
Os camelos, sempre que podem, comem em grande quantidade e bebem muita água. No deserto são de grande utilidade, pois resistem ao calor e no frio, à noite, aquecem os viajantes. Como ele possui um reservatório de água, sempre que necessário ele é sacrificado para salvar a vida de outros que podem morrer de sede no deserto.

Logo depois de andar de dromedário fomos dar uma volta de quadriciclo. No início fiquei com medo, mas depois foi legal. Passamos por locais abandonados, no meio de vilas no deserto e no final é que nos damos conta do quanto estávamos sujos, cobertos de poeira.

É impressionante como brasileiro se espalha mundo afora, estávamos na piscina do Hotel quando conhecemos um brasileiro muito gente boa que mora em Londres, o Heron. Fomos juntos para o Nikki Beach de Marrakech. O lugar é bem legal, como todos os Nikki Beachs, e caro como todos. Só para entrar pagamos 250 Dirham. A comida e a bebida também não são baratas, mas o lugar é bacana, pessoas bonitas, muitos turistas, musica boa. Em momentos você até esquece que está no Marrocos, até olhar sobre os muros que cercam o clube. Mas vale a pena conhecer...

E por último o Jardim La Menara, um dos cartões postais mais conhecidos de Marrakech é desde lugar. Em volta tem uma plantação de azeitona que é irrigada pelo lago desse ponto turístico. E o lago é mantido por um sistema de encanamento que trás a água das montanhas, exatamente, mesmo num calor de 43º, às vezes mais outras menos, nas montanhas dá para ver o gelo, no seu cume. E caso algum dia todo o gelo derreter a água acaba no Marrocos.

A viagem ao Marrocos foi perfeita, só incluiria mais jantares em diferentes restaurantes e um passeio pelo deserto do Saara, que fiquei morrendo de vontade de fazer, mas aí precisaria de mais alguns dias, o que não tínhamos naquele momento.
Uma dica importante é a seguinte: sempre que for pela primeira vez para um lugar exótico, como Marrocos, é importante fechar um pacote antes, com os passeios e guias para não ficar com medo de sair de dentro do Hotel. A cultura de um lugar como o Marrocos, no primeiro momento, assusta um pouco e você acaba ficando com medo de sair pra rua, como aconteceu com muitos que estavam hospedados no nosso hotel, o que será um grande desperdício, pois você vai deixar de conhecer a cultura e os mistérios de um lugar impressionante.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Segunda parada Madrid! 17 a 19 de Agosto de 2009



Primeira cidade do Velho Continente que conheci, e claro me apaixonei. Sem saber o que ainda me esperava ou as cidades que ainda conheceria, me entreguei a capital da Espanha.
Observar cada pedacinho da cidade é prazeroso. A arquitetura madrilenha é muito rica e belíssima, impressiona não só os leigos, como eu, mas tenho certeza que também especialistas da área.
Fiquei pouco tempo em Madri, mas o suficiente para comer uma boa Paella e fazer passeios pelo centro da cidade.
Ficamos em um Hotel chamado Hotel de las Letras, charmoso, confortável e muito bem localizado na Gran Via, próximo do metro. Para quem vai ficar pouco tempo em um lugar, como era o meu caso, vale a pena pagar um pouco mais caro na diária do hotel e ficar em um lugar onde você pode curtir não só o dia, mas a noite também.
O melhor programa em Madri, pra mim, é sair sem rumo. Tudo é lindo, os prédios, bares, restaurantes, praças...descendo a Gran Via, onde estava hospedada, você passa pelo prédio do Metropolis, Banco da Espanha, Plaza de Cibeles, mais adiante Parque del Buen Retiro, Puerta de Alcalá, Museo Del Prado, Plaza Mayor , Plaza de la Puerta del Sol e tantos outros lugares maravilhosos!
O que observei em Madri foi o grande número de obras, tanto de restauração em catedrais, prédios antigos como nas ruas mesmo. A explicação é simples, como passamos por uma recente crise econômica mundial, e a Espanha sofreu muito, principalmente com milhares de pessoas sendo mandadas embora, o governo adiantou todas as obras previstas até 2012 para esse ano, com o intuito de fazer a economia girar e não parar. Enquanto esses trabalhadores não conseguem voltar ao mercado de trabalho, são contratados pelo governo para realizar as obras. Pais desenvolvido não?
A única coisa negativa de Madri é o aeroporto que é muito longe dessa parte central da cidade, por isso se for a Madri prepare-se para desembolsar cerca de R$ 80,00 pra ir e mais R$ 80,00 para voltar ao aeroporto. Claro que você tem a opção do metro e se você estiver com uma mala leve e pequena, vale a pena o passeio.

DIÁRIO DE LUA DE MEL... Primeira parada Miami. 11 a 16 de agosto



Estava trabalhando, mas foi divertido. O trabalho foi muito gratificante. Estava bastante apreensiva, mas deu tudo certo!!
Muitas pessoas falam muito de Miami, eu também passei a falar muito de Miami, muito mal, mas estou falando.
Achei a cidade feia, confusa e sem sal. Muitas pessoas diferentes, de diferentes lugares com diferentes culturas se tornam pessoas sem identidade, é como se uma cultura anulasse a outra.
O mundo está representado lá, no salão de cabeleireiro, na lojinha de cosméticos, de roupa, nos restaurantes, nas diferentes línguas a cada esquina ...todas em busca de diversão, de trabalho, de outlets, de uma mudança na vida...
A praia não tem nada de mais, prefiro Ipanema com cadeiras a R$ 3,00 e guarda sol a R$ 3,50, bem diferente dos 20 dólares a cadeira e 25 dólares o guarda sol, em Miami Beach.
Muitos vão concordar que á chato o cara do mate, do queijo, do sacolé, do biscoito Globo gritando na praia, mas até isso dá saudade quando você está em uma praia onde qualquer coisa está longe e é muito caro.
Pode ser que o pouco tempo para curtir Miami me deixou com essa impressão. Mas confesso que não tenho vontade de voltar.
Claro que nem tudo é ruim em Miami, os Outlets são ótimos, fui no pior deles Ross mas mesmo assim gostei, que mulher não gostaria, não?
O legal de Miami é que você sempre conhece alguém que mora lá, um amigo como Gui e Lin, Bela e visitantes como eu, como Marina.
Nikki Beach, em Miami Beach, também é legal! Ambiente incrível, música agradável e comida gostosa. Recomendo!

Estou de volta...



Depois de um tempo longe do meu blog, pretendo voltar a escrever com mais frequência. Promessa feita a mim!!
Muitas coisas aconteceram nesse período de ausência, casamento, lua de mel, férias, trabalhos... sobre o que pretendo escrever um pouquinho a seguir. E como esse blog nunca foi divulgado e o intuito não é esse, vou escrever coisas minhas, que mesmo estando em um lugar público, só dizem respeito a mim.
O intuito é relatar esses momentos únicos que passei nesse período, e por isso, o tom vai ser de desabafo e cheio de detalhes, para nunca esquecê-los e relatá-los ainda com a emoção dos detalhes que estão muito frescos na memória e no futuro ler e lembrar de tudo isso.

Como diz Morais Moreira, “ Eu ia lhe chamar enquanto corria a barca, lhe chamar, enquanto corria a barca...” e como não deu pra chamar todos que estavam na barca, e outros que chamei não conseguiram descer da barca, quero compartilhar um pouco desse momento único na minha vida, o meu casamento.
E que momento único!! Não sei se para os homens esse dia é tão especial, acho que não, mas mesmo pra mim, que nunca tive como prioridade casar com véu e grinalda, foi um momento e tanto.
Um dia antes do casamento, na sexta-feira, dia 07-08-2009, fizemos um churrasco para a gauchada já presente em Angra dos Reis e para amigos cariocas que não poderiam estar de fora.
Fiquei muito emocionada com a presença de tantos familiares.
Minhas escolhas e o meu destino me levaram a ficar longe, não só dos meus pais e irmãos que amo tanto, mas também de amigos que gostaria que estivessem mais presentes na minha vida. E sabendo dessa distância, imaginem minha emoção ao ver todas essas pessoas juntas por minha causa.




No dia do casamento já acordei meio zonza, estranha, um vazio na barriga, não sei ao certo como definir, mais ou menos, é como férias chegando, sabe? Ou como a primeira vez em uma montanha russa. Ou como o primeiro dia de trabalho. Como a sensação de ser mandada embora do trabalho...na verdade tudo isso junto e mais um pouco.
Como não estive presente durante as escolhas e os preparativos dos detalhes do casamento, minha expectativa não foi aumentando aos poucos, acho que ela aumentou tudo de uma vez só, da véspera até o momento do casamento.
O antes foi bastante desgastante. Por se tratar de um casamento em Angra dos Reis, não dá para cada mulher ( mãe,vó, madrinhas, amigas...) ir para um salão diferente, por isso levamos maquiador e cabeleireiro. Meu erro foi não ter contado com um pouco de atraso de todos, que, no final, se tornou em um grande atraso. Mas tudo bem tirando o fato de eu ter me arrumado em menos de meia hora, de não ter conseguido me olhar no espelho, foi tudo ótimo.
Cheguei na Igreja!!! Os homens da minha vida, acho que eram os mais ansiosos. Meu pai já na concentração para, no grande momento, não chorar. O que foi em vão, claro!! Mas meu pai não chorar no meu casamento?? Não teria graça!!! E para eu não chorar usei uma técnica infalível....não olhei para o meu pai durante a entrada!! E deu certo!! Tudo bem, às vezes os lábios tremiam de felicidade e claro de emoção!!
O que não parava de tremer na verdade eram as pernas do Flávio. Em um ataque de nervosismo, misturado com emoção e ansiedade não conseguia manter a perna quieta.
Acho que o sonho de todo pai é ver a filha casando. No meu caso, não foi diferente. Meu pai sempre foi um grande pai, mesmo distante, mesmo sem conseguir falar muito comigo ( ele logo começa a chorar), ele sempre soube, mesmo no seu silêncio passar o ensinamento que eu precisava, o carinho que eu desejava!
O sorriso do Flavoca junto com seus olhos cheio de lágrimas é inesquecível. Nunca tinha o visto assim antes e acho que tão cedo não voltarei a vê-lo assim.
Depois de tantos preparativos, o sucesso da cerimônia e da festa, e da maravilhosa e inesquecível lua de mel, um vazio tomou conta e a saudade de uma noite inesquecível é inevitável. As lembranças serão eternas e o obrigada a todos que contribuíram com sua animação foi essencial para o sucesso desse evento!!!
E mesmo começando as cinco da tarde e terminando 3:30 da manhã (praticamente uma rave) a sensação que fica é de que durou pouco tempo. A sensação que tenho é que não abracei todas as pessoas quanto eu gostaria, não falei tudo o que eu gostaria, não beijei tanto quanto gostaria de ter beijado, não falei o quanto as amo de uma forma única, individualmente, com toda a emoção do momento.
Aos amigos Fernanda, Beno, Leo, Gui, Fabrício ... garanto, nada mudou!! Mas não se esqueçam que estamos juntos nesse barco.
Helinho, que conseguiu descer da barca e participar desse momento definiu o casamento assim...



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